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    Cultura do Algodão


    CULTURA DO ALGODÃO

      O complexo de Lagartas e a Ramulária podem prejudicar a produtividade do algodoeiro. Por isso, sempre utilize soluções que assegurem a qualidade do cultivo.

      Saiba como a BASF pode auxiliar no manejo eficiente da lavoura de algodão

      Quando falamos de doenças, a Ramulária (Ramularia aréola) é vista como uma das mais importantes e agressivas para o cultivo do algodão. A sua ocorrência é mais favorável em condições de alta umidade, como ocorre na região centro-oeste, onde se concentra mais de 90% da produção nacional. Os sintomas da Ramulária são vistos nos dois lados da folha, apresentam lesões de formato irregular e coloração branca. Em casos mais severos, pode ocorrer a desfolha precoce nas plantas, causando perdas de até 35% na produtividade do algodão, além da queda na qualidade da fibra. O controle com fungicidas é recomendado logo após o aparecimento dos primeiros sintomas da doença.

      As pragas como o Bicudo-do-algodoeiro (Anthonomus grandis) e as Lagartas também merecem atenção especial por parte dos produtores. A Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens) e a Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) danificam os botões florais e “maçãs”, prejudicando o desenvolvimento do algodoeiro. É importante fazer o monitoramento constante, seguido do manejo integrado de pragas, e assim definir o melhor método de controle. Conheça os produtos para tratamento de sementes, herbicidas, reguladores de crescimento, fungicidas e inseticidas recomendados pela BASF para o cultivo do algodão.

    Regulador de Crescimento

    Pix® HC

    Tratamento de Sementes

    Standak® Top

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      A BASF recomenda os seguintes produtos para a cultura do algodão

      Uso exclusivamente agrícola. Aplique somente as doses recomendadas. Descarte corretamente as embalagens e restos de produtos. Incluir outros métodos de controle do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados. Restrição temporária no Estado do Paraná na cultura do algodão: Standak® Top para os alvos Colletotrichum gossypii, Fusarium oxysporum f.sp. vasinfectum e Lasiodiplodia theobromae, Opera® Ultra para o alvo Myrothecium roridum e Fastac® 100 SC para o alvo Heliothis virescens. Os produtos mencionados estão devidamente registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) sob os números: Standak® Top nº 01209, Heat® nº 01013, Poast® nº 01128798, Poquer® nº 8510, Pix® HC nº 06400, Orkestra® SC nº 08813, Opera® Ultra nº 9310, Opera® nº 08601, Comet® nº 08801, Caramba® 90 nº 01601, Spot® SC nº 0516, Pirate® nº 05898, Nomolt® 150 nº 01393, Imunit® nº 08806, Fastac® 100 nº 02793, Fastac® 100 SC nº 04496 e Fastac® Duo nº 10913.

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