Agricultura

Brixor® | Bula e Informações do novo Inseticida Sistêmico para as culturas da Soja, Milho e Algodão.

O Brixor® é um inseticida sistêmico de contato e ingestão que protege sua lavoura contra as principais pragas, como a cigarrinha-do-milho, e o percevejo barriga-verde. Com qualidade e eficiência, é um produto com resultado comprovado. 

O Brixor® é uma solução inseticida para auxiliar o agricultor no controle de pragas de diversas culturas.

Sua formulação SG contendo o ingrediente ativo Acefato, que proporciona um eficiente controle de pragas, insetos e melhores resultados para os produtores que utilizam o produto.

As principais pragas controladas pelo Brixor® são:

- Na cultura do milho: cigarrinha-do-milho e o percevejo barriga-verde.

- Na cultura da soja: lagarta-da-soja, o percevejo-marrom e helicoverpa.

Benefícios Brixor®

  • ALTA CONCENTRAÇÃO: menor volume no pulverizador.
  • EFEITO CHOQUE: paralisa o dano imediatamente.
  • FORMULAÇÃO MODERNA: solubilização mais rápida na água.
  • Alta eficiência.
  • Ação de choque e residual de controle com amplo espectro de ação contra os insetos sugadores da Soja e Milho.

Principais culturas que protege

Veja para que culturas o Brixor® pode ser aplicado 

Principais pragas que Brixor® controla

Conheça mais sobre as pragas que são foco para o inseticida Brixor®

Culturas, Pragas e Doses

Soja

Alvo biológico  Dose Produto Comercial (Ingrediente Ativo) Volume de Calda Terrestre
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) 900 g/ha (873 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) 400 a 600 g/ha (388 a 582 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Percevejo-marrom (Euschistus heros) 700 a 1000 g/ha (679 a 970 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha

Algodão

Alvo biológico  Dose Produto Comercial (Ingrediente Ativo) Volume de Calda Terrestre
Pulgão-das inflorescências (Aphis gossypii) 400 a 600 g/ha (388 a 582 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Percevejo manchador (Dysdercus ruficollis) 600 a 800 g/ha (582 a 776 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Helicoverpa (Helicoverpa armigera) 800 a 1000 g/ha (776 a 970 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha

Milho

Alvo biológico  Dose Produto Comercial (Ingrediente Ativo) Volume de Calda Terrestre
Percevejo-barriga verde (Dichelops melacanthus) 1000 a 1200 g/ha (970 a 1.164 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis) 1000 a 1200 g/ha (970 a 1.164 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha

Feijão

Alvo biológico  Dose Produto Comercial (Ingrediente Ativo) Volume de Calda Terrestre
Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri) 300 a 400 g/ha (291 a 388 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha
Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B) 400 a 600 g/ha (388 a 582 g.i.a./ha) 100 a 300 L/ha

Composição

Ingredientes Ativos Grupos Químicos Concentração Formulação
Acefato Organofosforado 970 g/kg (97,0 % m/m) SG – grânulo solúvel em água

Instruções de uso

Brixor® é um inseticida sistêmico com ação de contato e ingestão, pertencente ao grupo 1B dos inibidores da acetilcolinesterase. Pelo modo de ação único deste grupo, torna-se opção na alternância de produtos no controle das pragas indicadas, dentro do manejo de resistência de inseticidas. Está recomendado para o controle das pragas nas doses e culturas abaixo relacionadas.

Modo de aplicação

É PROIBIDA A APLICAÇÃO ATRAVÉS DE EQUIPAMENTOS COSTAIS, MANUAIS E EM ESTUFAS.

O produto é indicado para aplicações terrestres, de acordo com as recomendações abaixo:

APLICAÇÃO TERRESTRE

Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque simples, defletor ou com pré-orifício, visando à produção de gotas médias para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Para diferentes velocidades com o pulverizador, utilize pontas de diferentes vazões para não haver variação brusca na pressão de trabalho, o que afeta diretamente o tamanho das gotas. A faixa recomendada de pressão da calda nos bicos é de 2 a 4,7 bar. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Utilize tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparo da calda:

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente as embalagens hidrossolúveis no tanque ou pré-misturador. Adicione a embalagem fechada e jamais corte ou abra a embalagem hidrossolúvel. Mantenha a agitação totalmente ligada no tanque ou no pré-misturador por no mínimo 5 minutos após a adição da última embalagem. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado no pré-misturador. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices, bico hidráulico ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos, ramais e finais de seção de barra. 

Condições meteorológicas durante a aplicação:

Realizar as pulverizações quando as condições climáticas forem desfavoráveis à ocorrência de deriva, conforme abaixo:

Temperatura do ambiente: máxima de 30ºC.

Umidade relativa do ar: igual ou superior a 55%.

Velocidade do vento: de 2 a 10 km/h.

Limpeza do pulverizador:

Pulverizadores de barra:

  1. Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
  2. Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
  3. Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
  4. Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
  5. Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.

Observação: Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

Número, Época e Intervalo de aplicação

Algodão: Pulgão-das inflorescências (Aphis gossypii): Iniciar as aplicações após a constatação da presença das primeiras colônias deste inseto sugador. Repetir se necessário após 15 dias, fazendo rotação com outros inseticidas que tenham outros modos de ação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Percevejo manchador (Dysdercus ruficollis): Iniciar as aplicações quando forem encontrados mais de 10% de botões florais com a presença do inseto. Repetir se necessário após 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Helicoverpa (Helicoverpa armígera): Em algodão convencional aplicar quando forem encontradas 2 lagartas menores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro linear. Para algodão Bt transgênico, aplicar quando forem encontradas 2 lagartas maiores que 3 mm ou 1 maior que 8 mm por metro linear. Repetir se necessário após 15 dias, fazendo rotação com outros inseticidas que tenham outros modos de ação. Utilizar as maiores doses em altas infestações quando as condições climáticas forem mais favoráveis ao desenvolvimento das pragas. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Amendoim: Tripes-do amendoim (Enneothrips flavens): Iniciar as aplicações quando do aparecimento da praga utilizando a maior dose quando ocorrer altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Batata: Pulgão-das solanáceas (Macrosiphum euphorbiae): Iniciar as pulverizações no início do desenvolvimento da cultura, quando do aparecimento da praga repetindo com intervalo mínimo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo ou safra da cultura.

Cebola: Tripes (Thrips tabaci): Iniciar as aplicações no início da infestação, repetindo se necessário após 14 dias da primeira aplicação. Utilizar as maiores doses em condições de altas infestações, regiões com histórico de ocorrência da praga ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Utilizar adjuvante de calda na dose recomendada pelo fabricante. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Cenoura: Vaquinha-verde amarela (Diabrotica speciosa): Iniciar as aplicações no início da infestação, repetindo se necessário após 14 dias da primeira aplicação. Utilizar as maiores doses em condições de altas infestações, regiões com histórico de ocorrência da praga ou condições climáticas muito favoráveis ao desenvolvimento da praga. Utilizar adjuvante de calda na dose recomendada pelo fabricante. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Feijão: Cigarrinha-verde (Empoasca kraemeri): Fazer as aplicações na fase inicial da cultura quando do aparecimento da praga, utilizando a maior dose quando ocorrer altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): Por ser transmissora de virose, iniciar as aplicações logo no início da infestação fazendo rotação com outros inseticidas com modo de ação distinto. Usar a maior dose em altas infestações. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.

Milho: Percevejo-barriga verde (Dichelops melacanthus) e Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis): Aplicar quando for constatada a presença da praga logo após a emergência do milho, reaplicando a cada 10 dias. Utilizar as maiores doses em situações de alta infestação ou com histórico de ocorrência da praga. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura.

Soja: Helicoverpa (Helicoverpa armigera): Aplicar quando forem encontradas mais que 5 lagartas menores que 8 mm por metro linear na fase vegetativa ou mais que 1 lagarta menor que 8 mm por metro linear na fase reprodutiva. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura.

Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e Percevejo-marrom (Euschistus heros): Aplicar quando forem encontradas 30 lagartas pequenas ou 10 grandes por metro linear em uma fileira da cultura ou até 30% de desfolha antes da floração e até 15% de desfolha após a floração. Em condições de seca prolongada ou com plantas menores que 50 cm de altura, reduzir esses níveis para a metade. O monitoramento deve ocorrer no mínimo uma vez por semana no período mais fresco do dia, de manhã ou à tarde. Avaliar 1 metro linear de plantas de um lado da fileira da cultura, com o método de pano-de-batida. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura.

Percevejo-marrom (Euschistus heros): Iniciar as aplicações quando as pragas alcançarem o nível de dano econômico. Utilizar a maior dose em altas infestações. Repetir se necessário em intervalo de no mínimo 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo ou safra da cultura.

Tomate: Pulgão-verde (Mysus persicae): Iniciar as pulverizações na fase inicial da cultura, quando do aparecimento da praga, repetindo com intervalo mínimo de 15 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.

Intervalo de Segurança

Cultura Dias
Algodão, Amendoim, Cebola, Feijão, Soja 21
Batata 28
Cenoura 42
Milho, Tomate 35

Armazenamento

  • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. - O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
  • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
  • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
  • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
  • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
  • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
  • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Precauções Gerais

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ATENÇÃO

Este produto é perigoso à saúde humana, animal e ao meio ambiente. Uso agrícola. Venda sob receituário agronômico. Consulte sempre um agrônomo. Informe-se e realize o manejo integrado de pragas. Descarte corretamente as embalagens e os restos dos produtos. Leia atentamente e siga as instruções contidas no rótulo, na bula e na receita. Utiliza os equipamentos de proteção individual. 

A Ficha de Emergência (FET) acompanha os produtos durante o processo de transporte.

Em caso de dúvidas, ligue 0800 011 2273.