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Agricultura

Perdas com cercosporiose podem chegar a 20% do rendimento de grãos

Durante todo o ano, a lavoura de soja fica vulnerável às doenças e pragas. Mesmo quando a colheita está próxima não é diferente. Nesse período, a lavoura fica mais suscetível às Doenças de Final de Ciclo (DFCs), que cada vez mais se apresentam em maior quantidade e intensidade nas plantações de soja

Entre elas, a que mais preocupa os sojicultores é a cercosporiose, uma doença causada pelo fungo Cercospora kikuchii.

 

Segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a cercosporiose se manifesta em lavouras de todo o país. No entanto, sua intensidade é potencializada em regiões com temperaturas e umidade elevadas — como é o caso das lavouras das regiões do Norte e do Cerrado brasileiro.

A doença pode comprometer, em média, 20% da produtividade de uma lavoura, de acordo com Daniel Holzhausen, consultor de Marketing de Soja da BASF. “Com a desfolha prematura, a qualidade do grão fica comprometida”, explica. 

 

Doenças como a cercosporiose, pertencentes ao grupo das DFCs (Doenças de Final de Ciclo), têm como uma das principais características a redução dos efeitos da fotossíntese na soja. Por isso, grãos da cultura contaminados com a doença não atingem o tamanho e o peso ideal para comercialização. 

Como a doença se manifesta

A cercosporiose pode chegar nas lavouras de soja por meio de sementes contaminadas com o patógeno e em restos de culturas na área proveniente de cultivos anteriores.

Quando em contato com a cultura, ela acomete toda a planta. No entanto, é na folha que seus sintomas são mais perceptíveis aos produtores. 

 

Por meio de pontos escuros (castanho-avermelhados), o patógeno promove a formação de manchas escuras na folha, o que indica sua queima superficial e o severo crestamento. 

Já nas vagens, a cercosporiose se manifesta por pequenos pontos avermelhados, enquanto que nas hastes, aparece em manchas vermelhas. 

 

Em estágio mais avançado, a doença acarreta a desfolha prematura, ou seja, a queda das folhas da soja antes do período necessário para que o grão se desenvolva adequadamente.

Prevenção contra a cercosporiose

Para evitar que o patógeno causador da doença se instale na lavoura, é fundamental a realização da rotação de culturas, com plantas não hospedeiras da cercosporiose. Outra medida importante é a utilização de sementes certificadas e o tratamento químico com fungicidas específicos e registrados para o cultivo,  além do uso de variedades resistentes. A utilização de fungicidas devidamente registrados para seu controle completa a estratégia para controle da doença. 

 

Porém, se nenhuma das alternativas preventivas impedir o fungo, o uso de fungicidas multipotentes deve ser ampliado. A quantidade dos produtos e número de aplicações devem ser realizadas de acordo com a intensidade de ocorrência da doença. Nesse processo é ideal contar com um engenheiro agrônomo de confiança. 

Recomendação BASF

Entre os fungicidas disponíveis no mercado para o combate da cercosporiose, a BASF recomenda o uso de Aumenax®️ e Blavity®️, ambos produtos com excelentes resultados no controle de doenças causadas por fungos. 

 

Para a primeira aplicação — preventiva às doenças da soja — o produtor deve utilizar o Aumenax®️. O produto tem amplo espectro de ação, o que promove a prevenção das doenças na ocorrência dos fungos na lavoura.  

Além disso, Aumenax®️ é um produto de fácil utilização. Com ele, não ocorrem entupimentos no bico de pulverização, diferente de outros produtos com multissítio.

 

Associado ao uso do Aumenax®️, a BASF recomenda o uso de Blavity®️ em uma segunda aplicação de fungicidas. Este programa de manejo diferenciado traz praticidade e conveniência no controle das principais doenças da soja.

O Blavity®️ é recomendado para o controle de doenças da soja causadas por fungos. Ele também conta com uma formulação inovadora, o que permite uma aplicação com baixas doses, promovendo excelentes resultados.

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Aumenax® e Blavity® estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob os números 7720 e 10820, respectivamente.

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