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Agricultura

Desfolha precoce é sinal de que a doença já está em estágio avançado

A ferrugem asiática pode se manifestar na lavoura de soja em qualquer período de desenvolvimento da planta, principalmente no início do florescimento (R1), período em que já há uma flor aberta em qualquer nó do caule, conforme classificação da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).

 

Seus primeiros sintomas podem ser observados nas plantas a partir do surgimento de pontos extremamente pequenos (com 1 a 2 mm de diâmetro), em uma coloração esverdeada a cinza-esverdeada. Essas pontuações podem ser observadas olhando a folha contra um fundo claro ou com uma lupa de 20 a 30 aumentos.

 

Quatro a seis dias depois dos primeiros sintomas na soja, o produtor já pode notar as urédias (saliências), que apresentam uma cor que varia de castanho-clara a castanho-escura. Nesse período, novos esporos começam a ser liberados.

Cada urédia produz esporos por aproximadamente 21 dias. Esses esporos vão ser disseminados e iniciar novas infecções na mesma lavoura ou em outras lavouras mais distantes, levados pelo vento. 

 

Depois desse estágio inicial, os sintomas da ferrugem na lavoura ficam perceptíveis em toda a estrutura da folha da planta, que secam e começam a cair — a esse processo dá-se o nome de desfolha precoce. 

A desfolha, então, compromete o desenvolvimento dos grãos e das vagens da soja. Isso porque, infectados com o patógeno, não conseguem absorver os efeitos da fotossíntese, o que promove a redução de energia utilizada no desenvolvimento de sua estrutura.

 

Por isso, os grãos e as hastes não conseguem se formar adequadamente e acabam sendo cultivados sem qualidade produtiva. Essa situação impacta diretamente os lucros finais do agricultor.

Fungicidas como aliados

Nesse processo, para diminuir os impactos da doença na soja e garantir que nem toda a produtividade da lavoura seja perdida, os sojicultores podem contar com os fungicidas, excelentes aliados dos agricultores no combate e na prevenção de doenças. 

 

No caso da ferrugem, o controle é feito pelos fungicidas divididos em três grupos: os Inibidores de Desmetilação (IDM, “triazóis”), os Inibidores da Quinona Externa (IQe, “estrobilurinas”) e os Inibidores de Succinado Desidrogenase (ISDH, “carboxamidas”). X

No entanto, é preciso muita atenção à combinação e à rotação desses produtos, pois o fungo causador da ferrugem, Phakopsora pachyrhizi, já demonstrou ser resistente a alguns princípios ativos.

Portfólio BASF

Por isso, os sojicultores devem contar com produtos aos quais a doença não apresenta resistência. No portfólio BASF, Aumenax®️  e Blavity®️ são ótimas opções. Enquanto o primeiro é utilizado em ação preventiva, o segundo é indicado para o controle. Recomenda-se a utilização destes grupos químicos em associação com multissítios para atuar no manejo de resistência e melhorar a eficiência da aplicação.

 

Conforme consta em bula, Aumenax®️ possui amplo espectro de ação. Além disso, é um produto de fácil utilização. Com ele, os entupimentos no bico de pulverização não acontecem, diferente de outros produtos com multissítio.


Já o Blavity®️, deve ser utilizado na segunda aplicação de fungicidas na lavoura — essa feita para combater doenças na área plantada. O produto conta com uma formulação inovadora, o que permite uma aplicação com baixas doses e excelentes resultados.  

ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL. Aumenax® e Blavity® estão registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sob os números 7720 e 10820, respectivamente.

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