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Alternativas para o controle de míldio em videiras | BASF

O míldio é uma das principais doenças das videiras. Por isso, quando não controlada adequadamente e em condições ambientais favoráveis ao seu desenvolvimento, pode provocar severos danos às plantações. 

Sua maior incidência ocorre em regiões com alta umidade e temperaturas amenas, entre 18ºC e 25ºC. Por isso, trata-se de uma doença que se manifesta, normalmente, nos últimos dias da primavera e durante todo o verão. 


Causada pelo fungo Plasmopara viticola, a doença ataca a folha e outros órgãos da planta. Com a sua evolução, pode ocorrer a eliminação parcial ou total das uvas. Além disso, os danos da doença podem se reproduzir para outras safras, por meio da desfolha, que se origina na redução da eficiência da planta. 
 

Sabendo disso, é essencial que o produtor entenda como o míldio da videira se desenvolve e quais as ações são eficientes no seu controle. Continue a leitura e saiba quais são as alternativas para o controle de míldio em videiras. 

Alternativas de controle do míldio em videiras

Para prevenir os danos do míldio no parreiral, que podem chegar a até 75% de toda produção em uma situação descontrolada da doença, o produtor de uvas precisa realizar algumas ações de controle. Veja, a seguir, as alternativas disponíveis para o produtor hoje. 


Realizar ações preventivas 

Isso pode ser feito, em um primeiro momento, logo após o início do período de brotação da videira. Nesse caso, a primeira ação necessária a ser feita é a aplicação de fungicidas sistêmicos na lavoura, em conjunto com fungicidas de contato.
 

Escolher cultivares resistentes ao patógeno 

Aliado ao controle químico, o viticultor pode optar por variedades de uva resistentes ao patógeno causador do míldio — essas cultivares precisam, também, possuir as características necessárias para o bom desenvolvimento na região de cultivo em questão. 
 

Estabelecer um espaçamento entre cada videira 

Outra alternativa que deve ser levada em conta pelo produtor, ainda antes do plantio da cultivar, é estabelecer um bom espaçamento entre cada videira no parreiral, a fim de que se obtenha um ambiente bem arejado e com pouca umidade. Afinal, essas são duas condições bastante favoráveis ao fungo. 
 

Fazer podas e desbrota 

Para alcançar uma plantação com menos umidade, o produtor pode buscar arejar as plantas da videira. A prática de podas verdes é uma opção para garantir que mais luz solar chegue até o ambiente e evite a umidade. Nesse caso, a desbrota também é viável.  

 

Preparar o solo adequadamente 

Aliado a essas técnicas, o produtor pode, também, optar por estabelecer suas videiras em regiões em que não há histórico de encharcamento, ou seja, em que há uma boa drenagem do solo. 

 

Além disso, ele pode realizar a retirada de restos culturais, que podem servir de fontes de inóculo, e garantir que o solo esteja adubado na medida certa, isto é, sem Nitrogênio (N) em excesso. 

 

Leia mais: Fatores que afetam o desenvolvimento do míldio da videira e como manejar

Utilizar os fungicidas ideais

Para que o controle químico tenha o efeito esperado, que consiste na eliminação do patógeno presente na videira, é preciso escolher o produto ideal e aplicá-lo na dosagem correta para a área em questão. 

 

Isso porque, além das condições da região, há também um outro fator a ser levado em conta, que é o estágio de desenvolvimento da doença na plantação. Por isso, antes de qualquer coisa, realizar uma consultoria com um técnico ou engenheiro agrônomo de confiança é fundamental, pois ele saberá indicar o melhor produto para determinada área e a quantidade necessária. 

 

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