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Agricultura

Saiba quais as principais doenças fúngicas do arroz

Entre as medidas que os produtores de arroz devem tomar para garantir uma melhor produtividade de suas lavouras está o combate às doenças fúngicas. Como no caso de vários outros cuidados sanitários, reduzir ou evitar a ação dos fungos na plantação passa necessariamente pela prevenção, com base em monitoramento das plantas e aplicação adequada de fungicidas. E para isso é preciso contar com assessoria técnica adequada e com soluções tecnológicas inovadoras e eficazes.

Também é importante conhecer os problemas e quais são os impactos dos fungos nas lavouras de arroz, além de levar em consideração os fatores que facilitem a disseminação das doenças. De acordo com a Embrapa Arroz e Feijão, características como a diversidade climática, a expansão das áreas de cultivo e a uniformização do uso de cultivares melhoradas podem criar um ambiente que favorece a ocorrência de epidemias de doenças endêmica, que podem causar grandes danos à produção. 

Uma das principais doenças fúngicas que atacam o arroz é a brusone, causada pelo fungo Magnaporhte oryza. Os sinais de sua presença aparecem nas folhas, inicialmente com pequenos pontos castanhos. Conforme vão aumentando, ganham a forma de lesões, que também se espalham, a ponto de se juntarem, queimando e matando as folhas, ou até mesmo a planta.

Outro fungo bastante comum nas plantações de arroz é o Bipolaris oryzae¸ causador da mancha-parda, doença que pode derrubar a produtividade em até 30%. No caso de o agricultor utilizar sementes infectadas, o problema pode surgir logo depois da germinação, causando a queima das folhas até o estádio de emissão da segunda folha. Sem o devido cuidado, o ataque atinge também os grãos, que podem ficar cobertos por manchas marrons.

Há ainda diversas doenças fúngicas com as quais o produtor de arroz deve estar atento, como escaldadura da folha (Rhynchosporium oryzae), queima da bainha (Rhizoctonia solani), podridão do colmo (Sclerotium oryzae), mancha da bainha (Rhizoctonia oryzae), entre outras.

Para ajudar o agricultor a evitar o ataque desses patógenos e os prejuízos que causam, a BASF tem em seu portfólio o fungicida Brio®, que apresenta dupla ação sistêmica, com triazol (expoxiconazole) e estrobilurina (cresoxim-metílico). O excelente efeito curativo, já nos estágios iniciais das doenças, evita que o problema se espalhe e gere perdas de produtividade nas lavouras e garante melhores condições para que as plantas expressem seu máximo potencial genético. As equipes técnicas da BASF estão à disposição dos agricultores para os auxiliar no direcionamento da aplicação do Brio e orientar sobre as demais soluções tecnológicas que a empresa oferece para a cultura do arroz. 

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