Agricultura

Keyra®: fungicida para as culturas de Soja, Algodão e Trigo | Bula e mais informações 

Keyra®: fungicida da BASF com dois ingredientes ativos: Revysol (Mefentrifluconazol) e Fenpropimorfe. Controle de Ferrugem Asiática, Cercosporiose, Septoriose, Oidio entre outras doenças. 

O Que é Keyra® e Como Ele Atua? 

A fase final da safra é decisiva para transformar potencial produtivo em resultado. Desenvolvido especialmente para as aplicações finais da soja, Keyra® combina amplo espectro de controle, ação preventiva e curativa e proteção prolongada contra as principais doenças que comprometem a produtividade no final do ciclo. 

Com a tecnologia exclusiva Revysol® e o fenpropimorfe, Keyra® ajuda a manter a sanidade da lavoura, proteger a área foliar e preservar os investimentos realizados ao longo de toda a safra, entregando mais consistência de controle para chegar ao momento da colheita com confiança. 

Desenvolvido especialmente para as aplicações finais da soja o produto Keyra® é uma mistura dupla direcionada às principais doenças que acometem a lavoura no final do seu ciclo fenológico, como a ferrugem-asiática, cercóspora, septoriose, manchas e oídio. Seu amplo espectro e robustez proporcionam ao produtor resultados acima dos padrões utilizados pelo mercado.  

 
No trigo, Keyra® contribui para um manejo mais eficiente das doenças, ajudando a preservar a sanidade da lavoura e o potencial produtivo da cultura. Utilizado de forma preventiva ou nos estádios iniciais das infecções, oferece proteção consistente e suporte estratégico ao programa de manejo, auxiliando o produtor a proteger os resultados construídos ao longo da safra. 

Doenças controladas e tratadas pelo Keyra®

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Modo de Ação Inteligente e Diferenciado

Keyra® possui dois ingredientes ativos complementares (Revysol® e Fenpropimorfe), que atuam em diferentes etapas da formação da membrana celular dos fungos, proporcionando um controle eficiente das principais doenças da soja e do algodão. 


Grupos químicos: Triazóis e Morfolinas


Atuação na fisiologia do alvo: De forma simples e didática, os ingredientes ativos presentes na composição do Keyra® atuam da seguinte forma no controle das doenças:

Revysol® (Mefentrifluconazole):

Impede o fungo de formar sua “membrana protetora”, bloqueando a produção de ergosterol. Sem essa membrana, a célula do fungo colapsa e morre.

Em resumo: o Revysol® “tira a parede” da célula do fungo.

Fenpropimorfe:

Atua em uma etapa diferente da produção do ergosterol, interrompendo a formação adequada da membrana celular do fungo. Essa ação complementar dificulta o desenvolvimento do patógeno e potencializa o controle das doenças. 

Em resumo: o Fenpropimorfe impede que a membrana celular do fungo seja formada corretamente. 

Por que isso funciona tão bem? 

Os dois ingredientes ativos atuam em momentos diferentes da formação da membrana celular do fungo: 

  • Revysol® bloqueia a produção do ergosterol.  

  • Fenpropimorfe interfere em outra etapa da síntese desse mesmo componente.  

Resultado: ação complementar, maior eficiência no controle de doenças, efeito preventivo e curativo e uma estratégia importante para o manejo de resistência.

Diferencial frente a moléculas tradicionais

Keyra® reúne a inovação do Revysol®, exclusivo da BASF, com a ação complementar do Fenpropimorfe, proporcionando um controle robusto das doenças nos estágios finais da cultura. 

O Revysol® conta com tecnologia exclusiva  que permite à molécula se adaptar ao sítio de ação do fungo, mantendo alta eficiência mesmo diante de mutações que podem reduzir o desempenho de triazóis convencionais. 

Essa flexibilidade aumenta a assertividade no controle, contribui para o manejo da resistência e oferece mais segurança ao produtor durante os momentos mais críticos que antecedem a colheita, preservando o potencial produtivo da lavoura.

Confira a explicação técnica detalhada do consultor Marcelo Madalosso no vídeo abaixo!

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Por Que as Aplicações Finais são tão Importantes?

Mesmo representando apenas uma pequena parte do investimento total da safra, esse momento pode impactar diretamente uma parcela relevante dos resultados da lavoura. 

As últimas aplicações acontecem em um momento de: 

  • Alta pressão de doenças; 
  • Elevada responsabilidade sobre a produtividade final; 
  • Poucas opções desenvolvidas especificamente para esse estágio da cultura; 
  • Crescente necessidade de misturas para tentar suprir lacunas de controle.

Benefícios Econômicos do Uso Estratégico 

Com a combinação exclusiva de Revysol® e fenpropimorfe, Keyra® entrega exatamente o que o agricultor precisa nesse momento: 

  • Controle robusto das principais doenças de final de ciclo;
  • Amplo espectro de controle; 
  • Ação preventiva e curativa; 
  • Proteção prolongada;
  • Alta contribuição para o manejo de resistência.

Confira alguns de nossos resultados em campo com o fungicida Keyra® no controle das doenças:  

Fonte: Time Técnico BASF

O gráfico apresenta a produtividade (sc/ha) do tratamento com fungicida Keyra® em comparação com os fungicidas concorrente em diferentes regiões do Brasil.

Em todas as localidades avaliadas, o Keyra® apresentou desempenho superior, demonstrando consistência de resultados em diferentes condições de cultivo.

Culturas, Doenças e Doses

Cultura Soja

Alvo biológico  Dose(2) - L p.c.  Volume de calda(4) (L/ha) Número máximo de aplicações

Crestamento foliar de cercospora(1)

(Cercospora kikuchii)

500

150

2
750(3) 1

Antracnose(1)

(Colletotrichum truncatum)

500

150

2
750(3) 1

Oídio(1)

(Microsphaera diffusa)

500

150

2
750(3) 1

Ferrugem asiática da soja(1)

(Phakopsora pachyrhizi)

500

150

2
750(3) 1

Septoriose(1)

(Septoria glycines)

500

150

2
750(3) 1

p.c. = produto comercial (1L de KEYRA® corresponde a Fenpropimorfe 400 g/L + Mefentrifluconazol 150 g/L)

i.a. = ingrediente ativo

(1) Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5 L/ha para melhor distribuição do produto.

(2) As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas e períodos em que as condições para o desenvolvimento do patógeno seja muito favorável, ou para um maior período de controle.

(3) Soja: com a dose de 750 mL/ha deve ser realizada aplicação ÚNICA.

(4) Aplicação terrestre tratorizada.  

Cultura Algodão

Alvo biológico  Dose(2) - L p.c./ha Dose* - Volume de calda(4) (L/ha) Número máximo de aplicações
Ramularia (Ramularia areola) 600 - 1000  150  4  

p.c. = produto comercial (1L de KEYRA® corresponde a Fenpropimorfe 400 g/L + Mefentrifluconazol 150 g/L)

i.a. = ingrediente ativo

(1) Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5 L/ha para melhor distribuição do produto.

(2) As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas e períodos em que as condições para o desenvolvimento do patógeno seja muito favorável, ou para um maior período de controle.

(3) Soja: com a dose de 750 mL/ha deve ser realizada aplicação ÚNICA.

(4) Aplicação terrestre tratorizada.  

Cultura Trigo

Alvo biológico  Dose(2) - L p.c./ha Dose* - Volume de calda(4) (L/ha) Número máximo de aplicações
Ramularia (Ramularia areola) 600 - 1000  150  4  

p.c. = produto comercial (1L de KEYRA® corresponde a Fenpropimorfe 400 g/L + Mefentrifluconazol 150 g/L)

i.a. = ingrediente ativo

(1) Adicionar adjuvante não iônico na dose de 0,5 L/ha para melhor distribuição do produto.

(2) As doses mais altas devem ser utilizadas em áreas e períodos em que as condições para o desenvolvimento do patógeno seja muito favorável, ou para um maior período de controle.

(3) Soja: com a dose de 750 mL/ha deve ser realizada aplicação ÚNICA.

(4) Aplicação terrestre tratorizada.  

Composição

Ingredientes Ativos Grupos Químicos Concentração Formulação
Fenpropimorfe Morfolina 400,0 g/L (40% m/v) Suspoemulsão (SE)
Mefentrifluconazol Triazol 150,0 g/L (15% m/v) Suspoemulsão (SE)

Instruções de uso

KEYRA® (Fenpropimorfe + Mefentrifluconazol) atua como inibidor da biossíntese de esteróis e tem ação em diferentes etapas da biossíntese de ergosterol, possuindo ação sistêmica e translaminar. Como ação protetiva, apresenta atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos e, como ação curativa, o desenvolvimento do haustório e/ou crescimento micelial no interior dos tecidos do hospedeiro são inibidos pela presença do fungicida. Com amplo espectro de ação o fungicida KEYRA® é altamente efetivo quando utilizado dentro das recomendações técnicas descritas em bula.

Modo de aplicação

MODO DE APLICAÇÃO PREPARO DA CALDA:

O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação de todo volume deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS APLICAÇÃO TERRESTRE Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:

Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

 

APLICAÇÃO AÉREA - Equipamento de aplicação: A aplicação aérea do KEYRA® é recomendada para todos os cultivos indicados em bula: algodão, aveia, banana, centeio, cevada, soja, trigo e triticale.

- Equipamento de aplicação: Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação): Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).

- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

- Altura de voo e faixa de aplicação: Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental. A aplicação deve ser interrompida imediatamente caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidas na operação sejam expostos ao produto.

 

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser mantidos em boas condições, corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

Número, Época e Intervalo de aplicação

Para todas as culturas e doenças, utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença, e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

 

Cultura do Algodão

Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas e repetir caso necessário, em intervalo de 15 dias, dependendo da evolução da doença, não ultrapassando o número máximo de 4 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança.

 

Cultura da Soja

A aplicação na dose de 500 mL/ha deverá ser efetuada sempre no início da infecção da doença, de forma a prevenir a evolução do patógeno. Se os sintomas aparecerem antes de R1, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação na dose de 500 mL/ha com intervalo máximo de 14 dias.

Não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações na dose de 500 mL/ha por ciclo da cultura. Não é recomendado aplicação no período de 30 dias antes da colheita, uma vez que a doença estará em estágio avançado, assim como a cultura, não se justificando a aplicação do produto nesta fase.

Para as aplicações de KEYRA® recomenda-se a associação de produtos com características multisítios e mecanismos de ação diferenciados, além da alternância de produtos com modos de ação distintos, de forma a evitar a resistência do patógeno. A dose maior (750 mL/ha) deve ser utilizada somente em casos de alta pressão da doença ou em situações de alta presença do patógeno no momento de aplicação recomendado. Quando utilizada a dose de 750 mL/ha, realizar aplicação ÚNICA, devido ao risco de fitotoxicidade à cultura da soja.

Intervalo de Segurança

Cultura Dias
Algodão 14
Aveia 30
Banana 1
Centeio 30
Cevada 30
Soja 30
Trigo 30
Triticale 30

Armazenamento

  • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.

  • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.

  • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.

  • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. 

  • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.

  • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.

  • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.

  • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. 

  • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Precauções Gerais

  • Produto para uso exclusivamente agrícola.

  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.

  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.

  • Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

  • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados.

  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.

  • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.

  • Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado. 

  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.

  • Mantenha o produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.

  • Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, touca árabe e luvas de nitrila.

  • Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.

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Aprenda a reconhecer os principais sinais de doenças na lavoura:

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Oídio da soja

Ao longo da safra de soja, diversas doenças e pragas podem infectar a cultura e provocar perdas drásticas na produtividade e rentabilidade da lavoura. O oídio é um exemplo dessas doenças e é bastante temido pelos sojicultores. 

Causada pelo fungo Microsphaera diffusa, se desenvolve ao longo de toda extensão territorial do Brasil.

Porém, em regiões com temperaturas abaixo dos 30ºC e com o clima úmido sua incidência é maior. 

Por isso, trata-se de uma doença que se manifesta em maior intensidade entre as lavouras do Sul do país, ou seja, nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 

De acordo com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o oídio pode provocar perdas de até 35% da produtividade de uma lavoura.

Oídio da soja: saiba tudo sobre a doença

Antracnose

A depender do clima, do manejo e da época de semeadura, o produtor de soja enfrenta diferentes desafios para manter suas lavouras sadias e produtivas. A cada safra, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa/Soja), ele deve ficar atento a cerca de 40 doenças causadas por fungos, bactérias, vírus e nematoides.

A antracnose é uma delas e costuma aparecer em todas as listas que apresentam as principais preocupações dos sojicultores. Causada pelo fungo Colletotrichum truncatum, é considerada uma das infestações mais prejudiciais à cultura, podendo provocar perdas totais da lavoura em anos chuvosos, de acordo com a Embrapa.

Mas, na maioria dos casos, “causa redução do número de vagens, induzindo a planta à retenção foliar e à haste verde, [...] podendo causar morte de plântulas e manchas negras nas nervuras das folhas, hastes e vagens”, segundo a Embrapa.

Seu alto potencial destrutivo e o difícil manejo explicam a preocupação. A presença da antracnose na lavoura resulta não só na diminuição das plantas, como também na redução de qualidade dos grãos ou sementes.

O que é a antracnose e como ela pode afetar a plantação de soja?

Ferrugem-Asiática

A ferrugem asiática é uma das doenças da soja que mais preocupa os sojicultores devido ao seu alto poder destrutivo. Quando não controlada, pode provocar perdas de até 90% do rendimento de grãos, segundo a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). 

Causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é uma doença que teve origem na Ásia e surgiu pela primeira vez no Brasil, no estado do Paraná, durante a safra 2001/2002. 

Naquele ano, de acordo com a Embrapa, a ferrugem foi presenciada em mais de 50% das áreas de soja no Brasil. “Perdas de rendimento ao nível de lavoura variaram de 30% a 75% e ao nível nacional, foram estimadas perdas de 569.200 ton. ou o equivalente a US$125,513 milhões”. 

Hoje a ferrugem asiática pode ser encontrada em lavouras de todo o Brasil, devido a facilidade de disseminação de seu fungo causador. 

Por isso, áreas em estágio vegetativo e que a colheita ainda nem iniciou podem ser impactadas pela ferrugem de plantações que já estão sendo colhidas, pois os esporos do fungo podem se disseminar rapidamente pelo ar.

Ferrugem asiática: entenda o que é e como tratá-la.

Perguntas frequentes - FAQ

O que é o Keyra® e para que serve?

Keyra® é um fungicida da BASF que combina Revysol® (Mefentrifluconazol) e Fenpropimorfe, indicado para o manejo de doenças na soja e no algodão, especialmente nos estágios finais da cultura, ajudando a preservar o potencial produtivo da lavoura. 

O que é o efeito Power Flex presente no Keyra®?

O efeito Power Flex é uma tecnologia exclusiva do Revysol® que permite à molécula se adaptar ao sítio de ação do fungo, mantendo alta eficiência mesmo diante de mutações e contribuindo para um controle mais consistente das doenças. 

Como usar Keyra®? Qual é a dose correta?
Consulte bula completa. 
Qual é a diferença entre o Keyra® e outros fungicidas do mercado?
Keyra® combina a inovação do Revysol®, com a exclusiva tecnologia Power Flex, e a ação complementar do Fenpropimorfe, oferecendo controle robusto das doenças, alta eficiência em condições de pressão e uma importante ferramenta para o manejo de resistência.
O Keyra® ajuda no manejo da resistência?

Sim. A combinação de Mefentrifluconazol (Revysol®) e Fenpropimorfe, com modos de ação complementares, contribui para reduzir o risco de desenvolvimento de resistência quando utilizada dentro de um programa de manejo e rotação de fungicidas. 

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ATENÇÃO

ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZA OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

A Ficha de Emergência (FET) acompanha os produtos durante o processo de transporte.

Em caso de dúvidas, ligue 0800 011 2273.