Agricultura

Chopper® Florestal - Bula e informações do herbicida BASF para controle de plantas daninhas e rebrota

Mantenha sua floresta limpa e não deixe que plantas daninhas e rebrota prejudiquem sua produtividade. Conheça o herbicida BASF!

Chopper® Florestal é um herbicida de alto desempenho desenvolvido pela BASF destinado ao controle de plantas daninhas em florestas. Sua ação pré e pós-emergente é eficaz no manejo de diversas espécies de plantas daninhas, incluindo gramíneas anuais e perenes, ciperáceas e de folhas largas. Com um excelente efeito residual, Chopper® Florestal mantém suas áreas florestais limpas por um período prolongado, permitindo que o crescimento das árvores não seja competido por vegetação indesejada.

O produto é formulado para oferecer um controle eficaz em diferentes estágios de desenvolvimento das plantas daninhas, com excelente performance mesmo em regiões com alta infestação. Chopper® Florestal é a solução ideal para o manejo integrado de plantas daninhas em florestas, trazendo praticidade e economia, ao mesmo tempo em que maximiza a produtividade da cultura.

Benefícios Chopper® Florestal

  • Excelente efeito residual;
  • Controle eficaz de rebrota com apenas uma aplicação;
  • Manejo de plantas daninhas resistentes.

Principal cultura que protege

Veja para qual cultura o Chopper® Florestal é indicado 

Principal praga que Chopper® Florestal controla

Saiba mais sobre as pragas foco do herbicida Chopper® Florestal 

Bula Chopper® Florestal

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Culturas, Pragas e Doses

Florestas

Tipo de floresta Método de aplicação  Doses* L p.c./ha Época de aplicação

PINUS (Pinus taeda; Pinus oocarpa)

Pré-plantio

1,6 45 a 90 dias antes do plantio
Pós-plantio 2,0 - 3,0 60 dias após o plantio

p.c. = produto comercial (1 Litro de CHOPPER® FLORESTAL equivale a 266,3 g i.a. de Imazapir)

i.a. = ingrediente ativo;

* Utilizar as maiores doses em áreas de alta incidência das plantas daninhas e/ou para se conseguir um maior período de controle. 

Estágio das plantas infestantes: A aplicação inicial deve ser feita em condições de pós-emergência tardia das plantas infestantes, quando elas se encontram em uma fase ativa do crescimento. Aplicações em plantas em um estágio de florescimento e frutificação apresentam ação mais lenta. Tratamento de pré-emergência são recomendados para manutenção das áreas previamente tratadas, respeitando-se os intervalos de segurança para a espécie florestal.

Vegetação infestante em PINUS:

PLANTAS INFESTANTES

Alvo biológico

Nome comum/científico

Doses L p.c./ha

Erva-quente (Spermacoce alata)

2,0 a 3,0

Trapoeraba (Commelina benghalensis)

2,0 a 3,0

Tiririca (Cyperus rotundus)

2,0 a 3,0

Buva (Conyza bonariensis)

2,0 a 3,0

Sapé (Imperata brasiliensis)

2,0 a 3,0

Fruto-do-pombo (Phytolaca thyrsiflora)

2,0

Poaia-do-cerrado (Richardia scabra)

3,0

Maria-mole (Senecio brasiliensis)

2,0

Jurubeba (Solanum paniculatum)

2,0

Composição

Ingrediente Ativo Grupo Químico Concentração Formulação
Imazapir Imidazolinona 266,3 g/L** Concentrado Solúvel (SL)

 **Equivalente ácido do Imazapir = 250 g/L

Instruções de uso

Modo de Ação do Produto:

A ação herbicida do Chopper® Florestal é resultado da redução dos níveis de 3 (três) aminoácidos alifáticos de cadeia ramificada, valina, leucina e isoleucina, através da inibição do ácido hidroxiacético sintetase (AHAS), uma enzima comum na via biossintética destes aminoácidos. Esta inibição interrompe a síntese protéica, que por sua vez interfere na síntese de DNA e no crescimento celular. A biossíntese destes três aminoácidos e a enzima AHAS não ocorrem em animais.

Chopper® Florestal é absorvido e translocado rapidamente através do xilema e floema para as regiões meristemáticas da planta, onde se acumula. Embora a interrupção de crescimento e a morte das regiões meristemáticas ocorram logo após a aplicação, a clorose das folhas novas e a necrose dos tecidos podem demorar em algumas espécies até duas semanas. Em plantas perenes, Chopper® Florestal é translocado para os rizomas, matando-os e impedindo a rebrota. O herbicida Chopper® Florestal possui excelente atividade residual, proporcionando o controle pré-emergente de plantas infestantes em germinação durante vários meses.

PINUS: Chopper® Florestal possui amplo espectro no controle da vegetação infestante de florestas de Pinus (Pinus taeda; Pinus oocarpa), onde foi testado durante e após a implantação destas espécies.

Modo de aplicação

Chopper® Florestal pode ser aplicado em qualquer época do ano, porém o melhor controle é obtido quando as plantas estão em estágio ativo de crescimento.

Tipo de aplicação Equipamento Volume de calda (L/ha)
Pré-plantio Costal 100 a 800
Área total  Mecanizado 100 a 400
Pós-plantio com proteção de mudas Costal 100 a 800
Mecanizado (com barra protegido) 100 a 400

 

Erradicação de tocos de eucalipto:

O herbicida Chopper® Florestal é recomendado para erradicação de tocos / cepas de eucalipto, uma vez que o mesmo é altamente sensível ao produto.

ERRADICAÇÃO DE TOCOS / CEPAS DE EUCALIPTO
Método de aplicação Doses de Chopper® Florestal Época de aplicação
Jato dirigido no toco/cepa 1 a 2% v/v (30 a 40 mL/toco com total molhamento da região cambial) Até 72 horas após o corte

PREPARO DA CALDA:

O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação: 

- Equipamento de aplicação: 

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização: 

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré emergência da planta daninha e gotas de classe acima de muito grossas (VC) em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). 

- Velocidade do equipamento: 

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho: 

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização: 

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento. 

- Aplicação com equipamento costal:

Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

PREPARO DA CALDA:

O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamento de Proteção Individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

- Seleção de pontas de pulverização:

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré emergência da planta daninha e gotas de classe acima de muito grossas (VC) em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

- Velocidade do equipamento:

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.

- Pressão de trabalho:

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

- Altura de barras de pulverização:

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

- Aplicação com equipamento costal:

Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

Intervalo de Segurança

Não especificado devido à modalidade de emprego do produto.

ATENÇÃO Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

Armazenamento

  • Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
  • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
  • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
  • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
  • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO, VENENO.
  • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
  • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
  • Em caso de armazéns, devem ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).
  • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Precauções Gerais

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ATENÇÃO

ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZA OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

A Ficha de Emergência (FET) acompanha os produtos durante o processo de transporte.

Em caso de dúvidas, ligue 0800 011 2273.