Agricultura

Blavity® BASF | Bula e Informações do fungicida para as culturas de Soja, Algodão, Feijão e Trigo

Blavity® é o fungicida da BASF com Protioconazol e Xemium®, desenvolvido para proporcionar amplo espectro de controle, proteção prolongada e elevada eficiência em soja, algodão, feijão e trigo. 

O Blavity® é um fungicida sistêmico desenvolvido pela BASF para proteger lavouras contra importantes doenças que afetam diretamente a produtividade. Sua formulação combina dois ingredientes ativos complementares que criam uma verdadeira dupla barreira de proteção contra os fungos. 

Sua ação protege a planta desde o início da infecção, impedindo a germinação dos esporos, o desenvolvimento dos fungos e sua penetração nos tecidos vegetais. Como resultado, o produtor obtém maior proteção da área foliar e preservação do potencial produtivo da cultura.

Composto pelos ingredientes ativos Protioconazol e Fluxapiroxade, o produto é indicado para  as primeiras aplicações de fungicidas na lavoura de soja, assim como em diferentes momentos das culturas de algodãofeijão e trigo.

Doenças controladas e tratadas pelo Blavity®

Blavity® apresenta amplo espectro de controle e é uma importante ferramenta nos programas de manejo das principais culturas agrícolas.

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Modo de Ação Inteligente e Diferenciado

Blavity® combina ingredientes ativos que atuam em processos distintos da fisiologia dos fungos, proporcionando maior eficiência de controle e reforçando o manejo antirresistência. 


Grupos químicos: Triazol e Carboxamida.

Protioconazol:

O Protioconazol atua na biossíntese de ergosterol, molécula responsável pela integridade da membrana celular dos fungos. 

Sem ergosterol, as células dos patógenos perdem sua estrutura e não conseguem sobreviver. 

Em resumo: 

O Protioconazol compromete a estrutura celular do fungo.

Xemium® (Fluxapiroxade):

Bloqueia a produção de energia do fungo, inibindo a enzima SDHI. Sem energia (ATP), o fungo não consegue sobreviver.  

Em resumo: o Xemium® “desliga a energia” da célula do fungo.

Por que a dupla barreira funciona tão bem? 

A combinação de Protioconazol e Xemium® permite atuar simultaneamente em dois processos fundamentais para a sobrevivência dos fungos: 

  • Um ingrediente compromete a estrutura celular; 
  • O outro interrompe a produção de energia. 

Resultado: 

  • Controle mais robusto; 
  • Proteção prolongada; 
  • Menor pressão de seleção; 
  • Maior consistência agronômica. 

Confira a explicação técnica detalhada do consultor Marcelo Madalosso no vídeo abaixo!

Por Que o Blavity® é Estratégico no Manejo?

  • Amplo Espectro de Controle; 
  • Controle Preventivo e Curativo; 
  • Excelente Residual; 
  • Baixa Dosagem por Hectare; 
  • Facilidade Operacional; 
  • Ferramenta para Manejo Antirresistência; 
  • Excelente Desempenho nas Primeiras Aplicações da Soja. 

Benefícios Econômicos do Uso Estratégico

Ao proteger a planta desde os estágios iniciais da infecção, Blavity® contribui para: 

  • Maior Manutenção da Área Foliar Verde; 
  • Melhor Enchimento de Grãos; 
  • Menor Impacto Causado por Doenças; 
  • Incremento Produtivo; 
  • Maior Rentabilidade ao Produtor. 

Confira alguns de nossos resultados em campo com o fungicida Blavity® no controle das doenças:  

Fonte: Time Técnico BASF

O gráfico apresenta a produtividade (sc/ha) do Blavity® em comparação com o produto concorrente em diferentes avaliações realizadas no Paraná (PR).

Em todos os ensaios, o Blavity® apresentou produtividade superior ao concorrente, demonstrando consistência de desempenho e elevado potencial produtivo em diferentes condições de cultivo.

Culturas, Doenças e Doses

Cultura Soja

BLAVITY® 

Controle eficiente da Ferrugem e Mancha-alvo em uma só ferramenta. É uma solução BASF para ajudar no manejo de importantes doenças da soja com benefícios em produtividade e com mais tranquilidade.

Alvo biológico

Nome comum/científico

Dose** mL p.c./ha Volume de calda (L/ha)*** Número máximo de aplicações

Crestamento-foliar

(Cercospora kikuchii)

250 a 300 150 2

Antracnose

(Colletotrichum truncatum)

250 a 300 150 2

Mancha-alvo

(Corynespora cassiicola)

250 a 300 150 2

Oídio

(Microsphaera diffusa)

250 a 300 150 2

Ferrugem-asiática

(Phakopsora pachyrhizi)

250 a 300 150 2

Mela

(Rhizoctonia solani)

250 a 300 150 2

Septoriose

(Septoria glycines)

250 a 300 150 2
Podridão dos grãos e sementes (Colletotrichum truncatum Diaporthe ueckerae Fusarium verticillioides Fusarium equiseti Phomopsis longicolla)

 

250 a 300

 

150

 

2

Quebramento das hastes (Colletotrichum truncatum Diaporthe ueckerae Fusarium verticillioides Fusarium equiseti Phomopsis longicolla)

 

250 a 300

 

150

 

2

p.c. = produto comercial (1 L de Blavity® equivale a 200 g i.a. de Fluxapiroxade e 280 g i.a. de Protioconazol)

i.a. = ingrediente ativo

*Adicionar adjuvante não iônico a 0,5 L/ha, na aplicação.

** As doses mais altas devem ser utilizadas em períodos de maior ocorrência das doenças, áreas com histórico de alta incidência da doença e/ou para um maior período de controle.

*** Aplicação terrestre tratorizada.

Cultura Algodão

Alvo biológico

Nome comum/científico

Dose** mL p.c./ha Volume de calda (L/ha)*** Número máximo de aplicações
Ramulária
(Ramularia areola)
250 - 300 70 - 150 3
Mancha-alvo
(Corynespora cassiicola)
250 - 300 70 - 150 3

p.c. = produto comercial (1 L de Blavity® equivale a 200 g i.a. de Fluxapiroxade e 280 g i.a. de Protioconazol)

i.a. = ingrediente ativo

Adicionar adjuvante não iônico a 0,5 L/ha, na aplicação.

** As doses mais altas devem ser utilizadas em períodos de maior ocorrência das doenças, áreas com histórico de alta incidência da doença e/ou para um maior período de controle.

*** Aplicação terrestre tratorizada.

Cultura Feijão

Alvo biológico

Nome comum/científico

Dose** mL p.c./ha Volume de calda (L/ha)*** Número máximo de aplicações
Antracnose
(Colletotrichum lindemuthianum)
250 - 300 70 - 150 2

Mancha-angular

(Phaeoisariopsis griseola)

250 - 300 70 - 150 2

p.c. = produto comercial (1 L de Blavity® equivale a 200 g i.a. de Fluxapiroxade e 280 g i.a. de Protioconazol)

i.a. = ingrediente ativo

Adicionar adjuvante não iônico a 0,5 L/ha, na aplicação.

** As doses mais altas devem ser utilizadas em períodos de maior ocorrência das doenças, áreas com histórico de alta incidência da doença e/ou para um maior período de controle.

*** Aplicação terrestre tratorizada.

Cultura Trigo

Alvo biológico

Nome comum/científico

Dose** mL p.c./ha Volume de calda (L/ha)*** Número máximo de aplicações
Oídio
(Blumeria graminis f. sp. tritici)
250 a 300 150 2
Mancha-amarela
(Drechslera tritici-repentis)
250 a 300 150 2
Giberela
(Fusarium graminearum)
250 a 300 150 2
Ferrugem-da-folha
(Puccinia triticina)
250 a 300 150 2

p.c. = produto comercial (1 L de Blavity® equivale a 200 g i.a. de Fluxapiroxade e 280 g i.a. de Protioconazol)

i.a. = ingrediente ativo

Adicionar adjuvante não iônico a 0,5 L/ha, na aplicação.

** As doses mais altas devem ser utilizadas em períodos de maior ocorrência das doenças, áreas com histórico de alta incidência da doença e/ou para um maior período de controle.

*** Aplicação terrestre tratorizada.

Cultura Milho

Alvo biológico

Nome comum/científico

Dose** mL p.c./ha Volume de calda (L/ha)*** Número máximo de aplicações
Ferrugem-polisora
(Puccinia polysora)
250 a 300 70 - 150 2
Mancha-branca
(Phaeosphaeria maydis)
250 a 300 70 - 150 2

p.c. = produto comercial (1 L de Blavity® equivale a 200 g i.a. de Fluxapiroxade e 280 g i.a. de Protioconazol)

i.a. = ingrediente ativo

* Adicionar adjuvante não iônico a 0,5 L/ha, na aplicação.

** As doses mais altas devem ser utilizadas em períodos de maior ocorrência das doenças, áreas com histórico de alta incidência da doença e/ou para um maior período de controle.

*** Aplicação terrestre tratorizada.

Composição

Ingredientes Ativos Grupos Químicos Concentração Formulação
Fluxapiroxade Pirazolcarboxamida 200 g/L (20% m/v) Suspensão Concentrada (SC)
Protioconazol Triazolintiona 280 g/L (28% m/v) Suspensão Concentrada (SC)

Instruções de uso

Blavity® é um fungicida sistêmico, indicado para pulverização foliar nas culturas recomendadas. Blavity® é um produto que apresenta duplo modo de ação, atuando através do ingrediente ativo Protioconazol como inibidor da biossíntese do ergosterol, o qual é um constituinte da membrana celular dos fungos e Fluxapiroxade como inibidor da enzima SDH (succinato desidrogenase).

Blavity® apresenta ação protetiva devido a sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos tubos germinativos. Dependendo do patógeno, também apresenta ação curativa, pois contêm em sua formulação os ingredientes ativos Protioconazol e Fluxapiroxade, fungicidas com ação sistêmica.

Modo de aplicação

PREPARO DA CALDA

O responsável pela preparação da calda deve usar Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) indicados para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS
 

  • APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:

- Equipamento de aplicação:

Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

-  Seleção de pontas de pulverização:

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).

-  Velocidade do equipamento:

Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de calda e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda no alvo desejado.

-  Pressão de trabalho:

Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de calda e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.

-  Altura de barras de pulverização:

A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.

•  APLICAÇÃO AÉREA

A aplicação aérea com o produto Blavity® é recomendada para as culturas de algodão, feijão, milho, soja e trigo.

-  Equipamento de aplicação:

Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

-  Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):

Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 L/ha ou 10 a 30 L/ha, quando utilizados bicos centrífugos (atomizadores rotativos).
 

-  Seleção de pontas de pulverização:

A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem cobertura adequada das plantas hospedeiras e produzam gotas médias (M), conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.

-  Altura de voo e faixa de aplicação:

Altura de voo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.

O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos.

Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental.

A aplicação deve ser interrompida imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades, não envolvidos na operação, sejam expostos ao produto.

- Aeronave remotamente pilotada (ARP) - Drone:

A aplicação do produto Blavity® com aeronave remotamente pilotada é recomendada para as culturas de algodão e soja.

Estabelecer distância segura entre a aplicação e o operador (10 metros), assim como áreas de bordadura.

Observe também as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas. Em caso de divergência, respeitar a condição/distância mais restritiva.

- Equipamento de aplicação:

Antes de iniciar a aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (ARP/drones), certifique-se que o equipamento que será utilizado esteja regularizado e/ou habilitado, e com a devida guia de aplicação para registro dos dados de voo e garantia da segurança operacional. O tipo de cultura, alvo, pontas, espaçamento, vazão, e pressão de trabalho devem estar corretamente calibrados e proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura do alvo a ser atingido, conforme aspectos técnicos aplicáveis ao ARP selecionado. A aplicação deste produto pode ser realizada com auxílio de drones agrícolas de pulverização, por um profissional devidamente habilitado.

- Altura de voo

Manter uma altura de voo entre 2 e 6 metros acima do alvo a ser tratado. Evite alturas de voo muito altas ou muito baixas, pois esses procedimentos podem impactar na faixa tratada. Evite utilizar o drone sem que haja adequada sobreposição de passadas durante a aplicação, a exemplo do que se faz em aplicações aéreas convencionais. A faixa de deposição ideal para os drones deve ser calculada com as mesmas metodologias utilizadas para a aplicação aérea convencional. Entretanto, na impossibilidade da realização desta avaliação, considere que os drones multi-rotores com até 25 kg de carga útil apresentem faixas de deposição ideal entre 4 e 6 metros e drones multi-rotores acima de 25 kg de carga útil apresentem faixa de deposição ideal de 10 metros. Consulte o fabricante do equipamento sobre o melhor ajuste desse parâmetro para cada modelo, e solicite o apoio de um agrônomo especializado. Evite utilizar o drone com velocidade de trabalho superior a 5 m/s, principalmente em terrenos de topografia mais acidentada, para garantir uma boa estabilidade da aeronave durante a pulverização, buscando evitar falhas de deposição que podem comprometer a qualidade de trabalho executado.

- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação):

O drone deve ser calibrado para uma taxa de aplicação (volume de calda) de no mínimo 10 L/ha.

- Seleção de pontas de pulverização:

A seleção das pontas ou o ajuste da rotação dos bicos rotativos deve propiciar um espectro de gotas das classes de média a grossa de forma a minimizar o risco de deriva e proporcionar deposição adequada no alvo. É importante que as pontas sejam escolhidas em função do planejamento e das características operacionais da aeronave, e para que o espectro de gotas fique dentro da recomendação. No caso das pontas hidráulicas, selecione modelos com indução de ar que propiciem gotas das classes média a grossa. Ao pulverizar com drones, utilize técnicas para otimizar o resultado e a redução da deriva. Não utilize pontas hidráulicas ou ajustes de bicos rotativos que propiciem gotas finas ou muito finas. Ao pulverizar com drones, mantenha uma faixa de segurança evitando deriva em alvos indesejados. Para a preparação da calda de pulverização, utilize o adjuvante na dose recomendada pelo fabricante. Recomendamos e é necessário realizar a aplicação de produtos com auxílio de empresas de drones que tenham realizado os cursos para aplicação com aeronaves remotamente pilotadas (drones/ARP), de acordo com a Normativa MAPA nº 298, de 22 setembro de 2021 ou qualquer outra que venha complementá-la ou substituí-la. Independentemente da capacitação realizada, é importante ressaltar que toda e qualquer aplicação aérea é de responsabilidade do aplicador, que deve seguir as recomendações que constam no rótulo e na bula do produto. Consulte sempre as normas vigentes (MAPA, DECEA, ANAC e ANATEL).

- Resumo dos ajustes para aplicação com drones de pulverização:

Volume de calda de no mínimo 10 L/ha, classe de gotas média a grossa, altura de voo de 2 a 6 metros e faixa de aplicação adequado. Fazer o ajuste de acordo com cada modelo de drone. As condições meteorológicas para pulverização devem ser as seguintes: Temperatura < 30°C, Umidade relativa do ar > 60%, Velocidade do vento entre 2 e 10 km/h.

O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes.

Número, Época e Intervalo de aplicação

Cultura Algodão

  • Mancha-alvo e Ramulária - iniciar a aplicação preventivamente na fase vegetativa da cultura, após 30 dias de emergência. Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 14 - 15 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e suscetibilidade da variedade. Respeitar o intervalo de segurança.

Cultura Feijão

  • Antracnose e Mancha-angular - iniciar a aplicação preventivamente na fase vegetativa da cultura no estádio fenológico V4 (terceira folha trifoliada aberta). Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e suscetibilidade da variedade. Respeitar o intervalo de segurança.

Cultura Milho

  • Ferrugem-polisora - iniciar a aplicação preventivamente na fase vegetativa da cultura no estádio fenológico V6 a V8 (sexta a oitava folha desenvolvida). Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e suscetibilidade da variedade. Respeitar o intervalo de segurança.
  • Mancha-branca - iniciar a aplicação preventivamente na fase vegetativa da cultura no estádio fenológico pré pendoamento. Realizar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias. A utilização do maior número de aplicação e dose faz-se necessário dependendo das condições meteorológicas favoráveis para o desenvolvimento da doença, histórico da área, ciclo e suscetibilidade da variedade. Respeitar o intervalo de segurança.

 

Cultura Soja

  • Para o controle de ferrugem asiática: As aplicações devem ser efetuadas preventivamente, iniciando entre o final do estádio vegetativo (V6-V8) ao início do florescimento (estádio fenológico R1) ou no fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenham sido constatados os sintomas da doença. Se a doença aparecer antes de V8, proceder a aplicação imediatamente, não importando o estádio fenológico da cultura. Repetir a aplicação quando necessário, dependendo da evolução da doença, em intervalos de até 15 dias, respeitando-se o intervalo de segurança.
  • Para o controle de mancha-alvo, oídio, antracnose, crestamento-foliar, mancha-parda, podridão das vagens e sementes e quebramento das hastes: As aplicações devem ser efetuadas preventivamente. A primeira aplicação, na fase vegetativa ou, no máximo, no início da fase reprodutiva da cultura, entre os estádios Vn e R1. Independente do estádio fenológico descrito acima, a primeira aplicação deve ser realizada até no máximo o pré fechamento das entrelinhas. Se necessário realizar uma segunda aplicação com no máximo 15 dias de intervalo em relação à primeira respeitando-se o intervalo de segurança.
  • Não ultrapassar o número máximo de 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalos preferencialmente entre 15 e 18 dias.

 

Cultura Trigo

  • Iniciar as aplicações a partir do surgimento dos primeiros sintomas de ocorrência de manchas foliares e ferrugem, repetir caso necessário com intervalos de 15 a 20 dias dependendo da evolução da doença, não ultrapassando 2 aplicações por ciclo e respeitando-se o intervalo de segurança. Utilizar as doses mais baixas sob condições de menor pressão da doença e as maiores sob condições severas (clima muito favorável, início de surgimento de sintomas na área).

Intervalo de Segurança

Cultura Dias
Algodão 30
Feijão 14
Milho 45
Soja 14
Trigo 30

Armazenamento

  • Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
  • O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
  • A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
  • O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
  • Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
  • Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
  • Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
  • Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
  • Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

Precauções Gerais

Produto para uso exclusivamente agrícola.

  • O manuseio do produto deve ser realizado apenas por trabalhador capacitado.
  • Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
  •  Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
  • Não manuseie ou aplique o produto sem os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados. 
  • Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. 
  • Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) danificados, úmidos, vencidos ou com vida útil fora da especificação. Siga as recomendações determinadas pelo fabricante.
  •  Não aplique o produto perto de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas especificas de um profissional habilitado. 
  • Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
  • Mantenha o produto adequadamento fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
  •  Os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem calça, jaleco, botas, avental, respirador, viseira facial ou óculos, louca árabe e luvas de nitrila.
  •  Seguir as recomendações do fabricante do Equipamento de Proteção Individual (EPI) com relação à forma de limpeza, conservação e descarte de EPI danificado.
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Aprenda a reconhecer os principais sinais de doenças na lavoura:

Blavity® para Soja: uma solução à altura dos desafios da soja

Um dos maiores desafios dos produtores de soja de todo o Brasil está no combate das doenças fúngicas, em especial da Ferrugem asiática da soja e da Mancha-alvo — as doenças que mais trazem prejuízos à cultura.   

Controlar essas doenças é fundamental para se obter bons índices de produtividade e, assim, atingir boa rentabilidade ao final da safra. Por isso, contar com tecnologias eficazes e garantir as boas práticas de manejo é a estratégia a ser seguida pelos produtores. 

O fungicida Blavity® é uma solução completa contra a Ferrugem e a Mancha-alvo. O produto oferece aos agricultores uma opção prática, eficaz e ampla contra importantes doenças fúngicas.

 

Aplicação na lavoura

O uso de Blavity® nas lavouras de soja não deve ultrapassar duas aplicações por ciclo da cultura, com intervalo máximo de até 14 dias. A quantidade de produto a ser utilizada e o intervalo entre aplicações estão diretamente ligados à intensidade da doença no campo. Assim, quanto mais intensa a doença, menor o intervalo entre aplicações e maior a dose do fungicida.

 

Prevenção contra a Ferrugem-asiática

No caso da Ferrugem-asiática, Blavity® é utilizado de maneira preventiva. Assim, sua aplicação deve ocorrer entre o final do estádio vegetativo (estádio fenológico V8) e o início do florescimento da cultura (estádio fenológico R1). 

Para cultivares de hábito indeterminado, indica-se a aplicação do produto até 45 dias após a emergência da cultura ou na fase que compreende o fechamento das entrelinhas, mesmo que ainda não tenha sido verificada a presença da doença. 

Em situações em que a Ferrugem é identificada nas lavouras antes do estádio vegetativo, o fungicida deve ser aplicado imediatamente, independente de seu estádio fenológico. Se necessário, repetir a aplicação e continuar monitorando a presença e a evolução da doença.

 

Controle de Mancha-alvo, Antracnose, doenças de final de ciclo e Mela

Ao identificar a presença de Mancha-alvo, Antracnose, Mela ou qualquer outra doença de final de ciclo, como Crestamento-foliar e Septoriose, a aplicação do Blavity®  deve ser feita a partir do final do estádio vegetativo (estádio fenológico V6 – V8). O uso do fungicida pode ser repetido e deve ser complementado dependendo da evolução da doença, respeitando-se o número máximo de aplicações por ciclo e o intervalo de segurança.

 

Combate do Oídio

Para o combate do Oídio, a aplicação do fungicida Blavity® deve ser feita quando a infecção foliar, identificada na lavoura, for de até 20%. Caso a doença não seja controlada com apenas uma aplicação, é orientado repetir o uso do fungicida.

Blavity® para Algodão: fungicida ideal para um algodão de qualidade

O cultivo de algodão no Brasil é altamente rentável aos produtores. A commodity tem grande demanda externa e, geralmente, é comercializada oferecendo melhores resultados de rentabilidade que a soja e o milho, por exemplo.

Ao mesmo tempo que as receitas com seu cultivo podem ser mais atraentes ao produtor, os cuidados e a atenção com o algodoeiro são redobrados, pois trata-se de uma cultura que exige tratos diferenciados e bastante vulnerável à pragas e doenças na lavoura. 

Assim, contar com um fungicida ideal para a cultura é uma ótima estratégia a ser adotada pelos produtores quando o objetivo é alcançar quantidade e um algodão com fibras de qualidade. 

O fungicida Blavity® possui as características essenciais para o manejo de algodoeiros. Ele contribui na prevenção da lavoura contra as doenças, possibilitando a obtenção de altos rendimentos e, consequentemente, mais rentabilidade. 

O defensivo oferece eficiente ação contra as duas principais doenças da cultura do algodoeiro: a Ramulária, causada pelo fungo Ramularia areola, e a Mancha-alvo, causada pelo patógeno Corynespora cassiicola.

 

Aplicação nas lavouras

A forma mais eficiente de utilizar o fungicida Blavity® nas lavouras de algodão é por meio de pulverizações foliares preventivas, ou bem no início do aparecimentos dos sintomas das doenças, devendo ocorrer no máximo três aplicações ao longo da safra, com intervalos de até 15 dias entre elas. 

Indica-se que a primeira aplicação ocorra ainda na fase vegetativa, que ocorre cerca de 30 dias após a emergência das plantas. Essa é a forma preventiva de o produto atuar contra os patógenos causadores das doenças da cultura, em especial a Ramulária e a Mancha-alvo, o que vai proporcionar melhores resultados.

Blavity® para Feijão: o melhor fungicida para as lavouras de feijão

A presença de doenças fúngicas nas lavouras de feijão pode ocasionar em perdas severas na produção, quando não controlada adequadamente. 

Entre as doenças que mais afetam a produtividade da cultura e a rentabilidade dos produtores estão a Antracnose e a Mancha-angular. 

Sendo assim, além da adoção das boas práticas de manejo para a cultura, o combate e até mesmo o controle desses patógenos deve ser feito por meio de um fungicida de forma preventiva e adequado às características da cultura. 

O fungicida Blavity® é uma solução que auxilia na prevenção e no controle das principais doenças fúngicas da cultura do feijão, de maneira eficiente, seletiva e com amplo espectro de ação.

 

Aplicação nas lavouras

Assim como em outras culturas, o uso de Blavity® no cultivo de feijão deve ser iniciado de maneira preventiva, ou bem no início da ocorrência da doença, ainda na fase vegetativa da cultura, que é em seu estádio fenológico V4 (terceira folha trifoliada aberta). 

Em lavouras de feijão, o indicado é que sejam realizadas no máximo duas aplicações do Blavity® por safra, sempre respeitando o intervalo de até 14 dias entre cada intervenção. 

Para se definir o número de aplicações, é preciso verificar se as condições meteorológicas são favoráveis para o desenvolvimento da doença, o histórico da área de plantio, a variedade, o ciclo da variedade utilizada e, por fim, a sua suscetibilidade às doenças.

Área Blavity®

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Conheça a Área Blavity®, um espaço dentro da Fazenda BASF dedicado exclusivamente para o fungicida premium da BASF.

Blavity® pelo Brasil

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Conheça mais sobre as principais doenças fúngicas da soja e como, com praticidade e proteção, o Blavity® pode contribuir para blindar a sua lavoura.

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Perguntas frequentes - FAQ

O que é o Blavity® e para que serve?

O Blavity® é um fungicida sistêmico da BASF que protege as plantas contra doenças causadas por fungos. Ele atua prevenindo a infecção e ajudando a preservar a área foliar e o potencial produtivo das lavouras.

Quais são os principais diferenciais do Blavity®?

O principal diferencial do Blavity® é a combinação de dois ingredientes ativos complementares (Protioconazol e Fluxapiroxade), que oferecem uma dupla barreira de proteção contra os fungos. Sua ação predominantemente preventiva protege a planta desde o início da infecção, preservando a área foliar, contribuindo para o manejo da resistência e ajudando a manter o potencial produtivo da lavoura.

Como usar Blavity®? Qual é a dose correta?
Consulte bula completa. 
Qual é o preço do Blavity®?
O preço varia conforme o volume e a região. Consulte distribuidoras autorizadas da BASF ou fale agora com um dos nossos representes pelo Whatsapp para informações atualizadas
Em quais culturas o Blavity® pode ser utilizado e como ele contribui para o manejo de resistência?

O Blavity® contribui para o manejo de resistência nas culturas de Soja, Algodão, Feijão e Trigo.

Isso porque combina dois ingredientes ativos com diferentes modos de ação (Protioconazol e Fluxapiroxade), ajudando a reduzir a pressão de seleção sobre os fungos e a prolongar a eficácia dos fungicidas no manejo das doenças.

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ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É PERIGOSO À SAÚDE HUMANA, ANIMAL E AO MEIO AMBIENTE. USO AGRÍCOLA. VENDA SOB RECEITUÁRIO AGRONÔMICO. CONSULTE SEMPRE UM AGRÔNOMO. INFORME-SE E REALIZE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS. DESCARTE CORRETAMENTE AS EMBALAGENS E OS RESTOS DOS PRODUTOS. LEIA ATENTAMENTE E INSTRUÇÕES CONTIDAS NO RÓTULO, NA BULA E NA RECEITA. UTILIZE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL.

A Ficha de Emergência (FET) acompanha os produtos durante o processo de transporte.

Em caso de dúvidas, ligue 0800 011 2273.